terça-feira, 28 de outubro de 2014

Matemática - Semana 9 - Números complexos e transformações no plano (I) e (II)


Matemática - Semana 8 - Modelos de crescimento de populações: taxas de variação (I) e (II)



Leitura e Produção de Texto - Semana 7 - A escrita e a cultura - Tipos de gêneros textuais

     Cultura escrita é o lugar que o escrito ocupa em determinado grupo social, comunidade ou sociedade. Essa definição baseia-se na acepção antropológica de cultura, considerada como toda e qualquer produção material e simbólica, criada a partir do contato dos seres humanos com a natureza, com os outros seres humanos e com os próprios artefatos, criados a partir dessas relações.
     Assim, é incorreto afirmar que os indivíduos e/ou as sociedades se inserem ou têm acesso à cultura escrita, pois os seres humanos produzem cotidianamente bens materiais e simbólicos em várias dimensões de suas vidas. Essa produção diária é que vai, ao longo do tempo, configurar o lugar do escrito em seu grupo social, na sua comunidade.
     A definição esboçada também nos leva a diferenciar cultura escrita de letramento. As duas expressões têm sido tomadas muitas vezes como sinônimas, possivelmente por serem ambas – ao lado da palavra alfabetismo – traduções do termo literacy. Se considerarmos que o letramento se refere, predominantemente, aos usos sociais da leitura e da escrita, compreendemos que ele compõe uma das dimensões das culturas do escrito, mas não pode ser tomado como seu sinônimo. 
     A análise de como se usa a leitura e a escrita em uma determinada sociedade (ou seja, o estudo do letramento) pode nos levar a compreender melhor o(s) lugar(es) que o escrito ocupa nessa mesma sociedade. Por fim, os lugares que o escrito ocupa não são os mesmos para os diferentes sujeitos e grupos que vivem naquela sociedade. Reconhecemos, assim, que as culturas do escrito não podem ser consideradas fora das relações de poder. Existem modos de se relacionar com o escrito que são considerados os mais adequados – e trazem, em consequência, maior poder – em determinadas culturas. Por outro lado, é possível encontrar comunidades em que esses modos são ignorados por seus membros e que o escrito não ocupa papel relevante nas hierarquizações simbólicas e sociais que as fundamentam.

     Ao longo de nossa vivência enquanto falantes, temos a oportunidade de

convivermos com uma enorme diversidade de textos. Basta sairmos às ruas

que tão logo está confirmada esta

ocorrência. São panfletosoutdoorscartazesdentre outros

     Ao enfatizarmos sobre os tipos textuaisesta classificação relaciona-se com

a natureza linguística expressa pelos mesmosClassificando-se em

narrativosdescritivos e dissertativos. Conforme demonstra os exemplos:

     Um texto narrativo caracteriza-se pela sucessão de fatos ligados a um

determinado acontecimento, seja ele real ou fictício, o qual pressupõe-se de

todos os elementos referentes à modalidade em questão, como

narrador, personagens, discurso, tempo e espaço.


     O descritivo pauta-se pela descrição minuciosa de uma determinada pessoa,

objeto, animal ou lugar, no qual as impressões são retratadas de maneira fiel.


     O dissertativo conceitua-se pela exposição de ideias, reforçadas em

argumentos lógicos e convincentes acerca de um determinado assunto. 

     Já os gêneros textuais estão diretamente ligados às situações cotidianas de

comunicação, fortalecendo os relacionamentos interpessoais por meio

da troca de informações

     Tais situações referem-se à finalidade que possui cada texto, sendo estas,

inúmeras. Como por exemplo:

     A comunicação feita em meio eletrônico é um gênero textual que aproxima

pessoas de diferentes lugares, permitindo uma verdadeira interação entre as mesmas.


     Existem gêneros textuais do cotidiano jornalístico, cuja finalidade é a

informação. É o caso da notícia, da entrevista, do artigo de opinião, do editorial,

dentre outros. 

     Há também os chamados instrucionais, como, por exemploo manual de

instrução, a bula de um remédio, e outros. 

     Outros que se classificam como científicos, os quais são oriundos de pesquisas

e estudo de casos, como a monografia, tese de doutorado, ligados à prática

acadêmica.
     Enfim, seja qual for o gênero utilizado, torna-se de fundamental importância
sabermos que todos possuem uma finalidade específica perante à
comunicação estabelecida, e como fazem parte da modalidade escrita da
língua, são regidos de normas específicas no que se refere à sua com




domingo, 26 de outubro de 2014

Matemática - Semana 4 - Geometria da Esfera: da Terra ao GPS



Matemática - Semana 7 - Números complexos e transformações no plano

Matemática - Semana 7 - Modelos de crescimento de populações: taxas de variação

Matemática - Semana 6 - Cônicas aplicadas a problemas de engenharia


Matemática - Semana 6 - Proporcionalidade e periodicidade na natureza


Matemática - Semana 5 - Expoentes e Logaritmos em diferentes contextos

    Podemos associar o termo Logaritmo como sendo uma denominação para expoente. É o expoente que uma dada base deve ter para produzir certa potência.
    Propriedades e transformações que podem ser feitas utilizando logaritmos que se inserem nesse processo da utilização dos computadores da base 2 de logaritmos. Caso contrário, normalmente, é utilizada a base 10.
    Trata-se do valor numérico que é o crescimento natural e gradual de cada caso, o que cria os logaritmos naturais.


Matemática - Semana 4 - Representações, Gráficos, Transformações


Matemática - Semana 5 - Otimização e Programação Linear

     Em matemática, o termo otimização ou programação matemática se refere ao estudo de problemas em que se busca uma solução mais adequada entre diversas soluções alternativas. Um critério de avaliação das soluções alternativas, o qual nos permite dizer que uma solução é melhor que outra. A esse critério de avaliação chamamos de função objetivo que buscamos otimizar, ou seja, maximizar ou minimizar. Por outro lado as soluções alternativas devem ser passíveis de execução indicando a presença de restrições que devem ser respeitadas. 
     Programação Linear são problemas em que se procura a melhor solução (a que dá menor prejuízo, maior lucro, a que é mais eficiente). Alguns desses problemas se resolvem procurando máximos ou mínimos de uma função, outros se resolvem por outros processos.
 


Matemática - Semana 3 - A Matemática do índice de desenvolvimento humano

     O  conceito de desenvolvimento humano nasceu definido como um processo de ampliação das escolhas das pessoas para que elas tenham capacidades e oportunidades para serem aquilo que desejam ser.
     Diferentemente da perspectiva do crescimento econômico, a abordagem de desenvolvimento humano procura olhar diretamente para as pessoas, suas oportunidades e capacidades. A renda é importante, mas como um dos meios do desenvolvimento e não como seu fim.



 









sábado, 25 de outubro de 2014

Informática - Semana 6 - Recursos informacionais disponíveis na web para fins tecnológicos - Software na estruturação do texto técnico científico

   Fontes e recursos informacionais influenciam diretamente nosso conhecimento e aprendizado. Precisamos saber que ipo de fontes e recursos informacionais existem, suas características, sua finalidade, abrangência, usos, entre outros fatores determinantes.
Existem fontes e recursos informacionais orais, impressos, digitais e multimídia. Cada qual apresenta sua função e diferencia-se pelo conteúdo e, principalmente, pelo público-alvo a qual é
      As fontes de informação são divididas em três categorias: fontes primárias, secundárias e terciárias. As fontes primárias são os documentos que geram análises para posterior criação de informações e servem para aprofundar o conhecimento de um tema. São aquelas que contêm informações originais. As fontes secundárias são as obras nas quais as informações já foram elaboradas, ou seja, representam a informação processada e organizada. São documentos estruturados segundo padrões rigorosos. As fontes terciárias têm a função de guiar o usuário para as fontes primárias e secundárias. São documentos que exercem a função indicativa, auxiliando o pesquisador a encontrar um dado.
      Texto técnico científico é o documento original pelo qual se faz a difusão da informação corrente, sendo ainda o registro permanente da informações obtidas.
      É elaborado principalmente para descrever experiências, investigações, processos, métodos e análises.
   Os softwares editores de texto podem nos auxiliar na criação e formatação de documentos e textos técnico-científicos. Existem questões para nos atentar, tais como: o resumo expandido, para que se possa relatar o assunto a ser tratado antes do transcorrer do trabalho, as regras de padronização, regidas pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Informática - Semana 5 - Aplicativos para computação numérica e simbólica

     Um sistema de álgebra computacional é um programa de computador que facilita o cálculo na matemática simbólica, incluindo deste as mais simples operações aritméticas até os mais avançados cálculos numéricos.

     Os sistemas de álgebra computacional começaram a aparecer no início da década de 1960 e atualmente os líderes de mercado são o Maple e o Mathematica, sendo ambos frequentemente usados por matemáticos, pesquisadores, cientistas e engenheiros.

     O MATLAB é um software interativo de alto nível, desenvolvido pela MathWorks, voltado para desenvolvimento de algoritmo, análise de dados e computação numérica. Com o MATLAB é possível resolver problemas computacionais mais rápido do que com o uso das linguagens de programação tradicionais, como C, C++ e Fortran.

     O Maple é um sistema de álgebra computacional desenvolvido pela Maplesoft. Constitui um ambiente para a computação de expressões algébricas, simbólicas, permitindo o desenho de gráficos 2D ou 3D.

    O Mathematica é um software computacional para as áreas científicas, como engenharia, matemática e outras áreas de computação técnica. Foi originalmente desenvolvido por Stephen Wolfram e é mantido pela Wolfram Research.

    Dentre suas funcionalidades estão funções de matemática elementar, gráficos 2D e 3D, manipulação de dados e matrizes, resolução de sistemas de equações, cálculo, ferramentas numéricas e simbólicas, estatística, ferramentas para processamento de imagem e som, e muito mais.
        O Scilab é um software para computação numérica desenvolvido pelos pesquisadores do INRIA (Institut National de Recherche en Informatique et en Automatique) e do ENPC (École Nationale des Ponts et Chaussées), e atualmente é mantido e desenvolvido pelo Consorcio Scilab.

     É semelhante ao MATLAB e fornece um poderoso ambiente computacional aberto para aplicações científicas, incluindo centenas de funções matemáticas com a possibilidade de adicionar programas de várias linguagens, como Fortran, C, C++ ou Java.

       Diversas ferramentas estão disponíveis no Scilab, para gráficos 2D e 3D, álgebra linear, matrizes, polinômios, sistemas lineares, funções, estatística e muito mais.

   O Maxima é um software livre para cálculos matemáticos semelhante ao MATLAB e ao Mathematica. É descendente do Macsyma, foi desenvolvido por William F. Schelter e agora mantido pela comunidade.

   O Maxima é um sistema para computação de expressões algébricas e numéricas, incluindo integração e diferenciação, sistemas de equações lineares, polinômios, vetores e matrizes. O maxima produz resultados numéricos precisos e pode gerar gráficos de funções e dados em duas ou três dimensões. É baseado em um núcleo que utiliza a linguagem LISP.
      O GNU Octave é um software livre para cálculos matemáticos escrito por John W. Eaton. O GNU Octave possui uma linguagem de programação de alto nível, programada inicialmente para cálculo numérico. Fornece uma linha de comando conveniente resolvendo problemas lineares e não-lineares numericamente, e executando outras tarefas numéricas usando uma linguagem que é bastante compatível com o MATLAB.

  Possui ferramentas para a resolução de problemas lineares numéricos, cálculo de equações não-lineares, funções ordinárias, polinômios e integração numérica de equações diferenciais ordinárias e diferenciais-algébricas.

  Pode ser expandido e adaptado através de funções definidas pelo utilizador, escritas na própria linguagem presente ou usando módulos dinamicamente carregados escritos em outras linguagens como C++, C ou Fortran.






Informática - Semana 4 - Planilhas para Engenharia - Tendências e Projeções

      As planilhas eletrônicas são uma evolução das antigas feitas no papel e mostram-se muito úteis por uma variedade de motivos. Elas são ideais para manter a organização quando trabalha-se com números. Os programas de planilhas eletrônicas são compostos por planilhas com linhas e colunas (uma tabela) para inserção de dados. Esses programas são capazes de realizar cálculos complexos e gerar gráficos e diagramas a partir desses dados. As planilhas eletrônicas também podem ser usadas como um simples banco de dados com listas, que serão incorporadas automaticamente aos modelos de documentos. Pacotes de programas para escritório, que contêm processadores de textos e apresentador de slides, costumam vir também com uma planilha eletrônica junto. Há pacotes de programas gratuitos e pagos. Os princípios dessas planilhas de coleta de dados são, normalmente, funções financeiras previamente programadas
      As planilhas eletrônicas permitem que seus usuários insiram dados em um formato tabular. As tabelas são formadas pelas células que podem conter dados calculados. Esses programas são capazes de gerar dados a partir de outras fontes, como por exemplo, outras planilhas (relacional), e de receber dados inseridos pelos usuários, tais como nomes e números. Esses programas acomodam diversas páginas e planilhas para que as informações sejam compiladas. Antes das planilhas eletrônicas, os dados eram registrados em livros, razão que usavam um formato tubular similar e os cálculos eram feitos pelo usuário.

     



Informática - Semana 3 - Software: Aplicativos - A lógica dos aplicativos

      Um software aplicativo é um tipo de software concebido para desempenhar tarefas práticas ao usuário para que este possa concretizar determinados trabalhos. Esta característica distingue-o de outros tipos de programas, como os sistemas operativos (que são os que fazem funcionar o computador), as linguagens de programação (que permitem criar os programas informáticos em geral) e os utilitários (que realizam tarefas de manutenção ou de uso general).
       O software é o equipamento intangível e lógico de um computador. O hardware, por sua vez, é o suporte material e físico. Diz-se que os sistemas operativos funcionam como um elo de ligação entre o software e o hardware.
      Os processadores de texto, as folhas de cálculo e as bases de dados são software aplicativos, o que só vem confirmar que as aplicações informáticas possibilitam a automatização de tarefas, nomeadamente a contabilidade ou a redação de documentos.
    Em certos casos, os softwares aplicativos são desenvolvidos por medida, isto é, a pedido do usuário. Por isso, o software permite resolver um problema específico. Noutros casos, trata-se de programas integrados que resolvem problemas gerais e incluem várias aplicações. Por exemplo, um programa (ou uma suite) para escritório combina aplicativos como processadores de texto e folhas de cálculo.



Informática - Semana 2 - Computadores: Hardware e Sistemas Operacionais

     A palavra hardware é de origem da língua inglesa, para nós, basicamente são as partes físicas que compõem um aparelho, seja ele um computador, um celular, uma televisão ou qualquer outro. A carcaça por fora de seu aparelho de som é um hardware, os componentes dentro dele como: leitor de CDs, leitor de fitas K7 (se ainda existe) são hardwares, fazem parte de um todo. 

   O hardware, circuitaria, material ou ferramental é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Além de todos os componentes de hardware, o computador também precisa de um software chamado Sistema Operacional. 
     O Sistema Operacional torna o computador utilizável. Ele é o responsável por gerenciar os dispositivos de hardware do computador (como memória, unidade de disco rígido, unidade de CD) e oferecer o suporte para os outros programas funcionarem (como Word, Excel etc).O termo "hardware" não se refere apenas aos computadores pessoais, mas também aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como o dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, automóveis, aparelhos celulares (em Portugal portáteis), entre outros.

Leitura e Produção de Texto - Semana 6 - Princípios da textualidade (I) e (II)

      Escrever ou falar sobre um assunto do qual você não tem conhecimento é uma tarefa difícil, para não dizer quase impossível. Dessa forma, seja discutindo, seja redigindo, é necessário o domínio do que está sendo abordado, ou seja, é preciso elencar ideias para depois transpô-las para a fala/escrita. No entanto, somente isso não é suficiente, haja vista que de nada adianta você dispor de muitos argumentos se não possui a competência necessária para organizá-los de forma lógica e coerente.
      Em outras palavras, as ideias são sim muito necessárias, mas é preciso saber articulá-las de forma adequada. Dessa forma, cabe ressaltar que essa articulação se tanto no nível das frases, quanto no nível do próprio texto, por intermédio dos articuladores lógicos do texto e dos próprios conectivos.Dois importantes elementos, uma vez indispensáveis a qualquer discurso ─ a coesão e a coerência ─, concatenados a outros, resultam no que chamamos de textualidade.
      Pois bem, a articulação que se manifesta no nível das frases se dá mediante o uso de pronomes, os quais fazem referência a elementos antes proferidos; bem como das conjunções, uma vez que essas estabelecem distintas relações entre as orações, podendo ser de causalidade, temporalidade, oposição, consequência, condição, conclusão, entre outros aspectos.

Leitura e Produção de Texto - Semana 5 - O que faz de um texto um texto? - Metarregra de repetição e de progressão (I) - Metarregra de não contradição e relação (II)

      Metarregra de progressão: Para que um texto seja microestruturalmente ou macroestruturalmente coerente, é preciso que haja no seu desenvolvimento uma contribuição semântica constantemente renovada. Num texto coerente, o conteúdo deve progredir, ou seja, devemos sempre acrescentar informações ao que foi dito. A progressão complementa a repetição esta garante a retomada de elementos passados ; aquela garante que o texto não se limite a repetir indefinitivamente o que já foi colocado. Dessa forma equilibramos o que já foi dito com o que se vai dizer, garantindo a continuidade do tema e a progressão do sentido. 
      Metarregra de repetição - ao longo de um texto, ocorrem repetições retomadas dos elementos (palavras, frases, sequências).Essa retomada pode ser feita por pronomes ( e pelas terminações verbais que os indicam) ou por palavras e expressões sinônimas. Também podemos repetir a mesma palavra e expressão, o que deve ser feito com cuidado, a fim de que o ritmo não seja prejudicado.
      Metarregra de não contradição - num texto coerente, não deve surgir elementos que contradigam aquilo
que já foi colocado. O texto não deve destruir a si mesmo, afirmando como verdadeiro aquilo que já foi dito como falso, ou vice-versa. Esse tipo de contradição só é tolerado se for um elemento intencional, um contraste fundamental para o desenvolvimento do texto.
      Metarregra de relação- num texto coerente, os fatos devem estar relacionados. Ao construirmos nosso texto, devemos ter em mente que as diversas colocações feitas, os vários fatos levantados, devem relacionar-se diretamente.
      Um texto será coeso se houver um acordo entre as partes do mesmo, de modo que os elementos que dão continuidade à produção estejam em harmonia.
      Logo, a clareza de um texto advém da coerência dos fatos, os quais se encadeiam através dos elementos de coesão, que por sua vez devem estar perfeitamente enquadrados.
      Num texto coerente, devemos sempre acrescentar novas informações ao que já foi dito. A progressão complementa a repetição: esta garante a retomada de elementos passados; aquela garante que o texto não se limite a repetir indefinidamente o que já foi colocado. Dessa forma, equilibramos o que já foi dito com o que se vai dizer, garantindo a continuidade do tema e a progressão do sentido.



Leitura e Produção de Texto - Semana 4 - As regras da nova ortografia - A prática da escrita

     As Novas Regras Ortográficas da Língua Portuguesa foram criadas com o objetivo de unificar o idioma, que é falado no Brasil, em Portugal e alguns países africanos, como Angola e Moçambique. O acordo ortográfico  já está em vigor desde 2009, sendo que a partir de 2013 as normas antigas foram totalmente abolidas. Em outras palavras, o período de adaptação foi de 4 anos.As mudanças na Língua Portuguesa representam uma tentativa de fortalecer a o idioma, fazendo como acontece com a língua inglesa, que trabalha com regras unificadas.   Segundo o Ministério de Educação, a medida deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países que falam Português e ampliar a divulgação do idioma e da literatura portuguesa. 
   Dentre os aspectos positivos apontados pela nova reforma ortográfica, tais como: redução dos custos de produção e adaptação de livros; facilitação na aprendizagem da língua pelos estrangeiros; simplificação de algumas regras ortográficas.Porém, existem alguns aspectos negativos, como: Todos que já possuem interiorizadas as normas gramaticais, terão de aprender as novas regras; surgimento de dúvidas; adaptação de documentos e publicações.É importante destacar que a proposta do acordo é meramente ortográfica. Assim, restringe-se à língua escrita, não afetando aspectos da língua falada. Além disso, a reforma não eliminará todas as diferenças ortográficas existentes entre o português brasileiro e o europeu.
     O ato de ler permeia nossas vidas desde que começamos a compreender o meio que nos cerca. A constante vontade de decodificar e interpretar cada detalhe do mundo ao nosso redor faz com que nos tornemos eleitores e construtores do conhecimento, muitas vezes, sem percebermos. O hábito da leitura e da produção textual deve ser instigado constantemente por meio de situações que façam com que o indivíduo entenda que ler é algo importante e prazeroso.
    Saber ler e compreender o que os outros dizem é uma das características que nos tornam diferentes dos seres irracionais e é prática da leitura e escrita que nos proporciona a capacidade de interpretação, criticidade e melhor fluência em nossa língua.
      Portanto, é adquirindo prazer pelo hábito de ler e escrever que percebemos que essa é a melhor forma de ampliar o vocabulário e desenvolver a construção de textos. Que possamos, então, ampliar os meios que favoreçam ainda mais o hábito de ler, compreender e elaborar bons textos.


Leitura e Produção de Texto - Semana 3 - Língua Portuguesa ou Língua Brasileira - Gramática e vida

      A Língua Portuguesa é, das Línguas da Europa ocidental, uma das mais difíceis. Todas as línguas têm suas complexidades, Mas, comparando item a item cada um dos aspectos gramaticais, veremos que o português é muito mais complexo que o espanhol, francês, italiano ou inglês, por exemplo. Em nível de dificuldade, nossa língua se equipara ao romeno e ao islandês.
   Cada povo tem seu jeito característico de falar. O povo brasileiro é um povo etnicamente heterogêneo, com os mais variados substratos linguísticos, de baixíssima escolaridade, e espalhado por um território continental, de falar uma língua complexa e cheia de irregularidades. Sem dúvida, o Português popular tem o mérito de tentar simplificar um sistema que causa embaraço até aos eruditos. Mas as soluções encontradas pela fala do povo nem sempre são as melhores. Às vezes, troca-se uma regra ilógica por outra igual.
      Todas as Línguas têm defeitos e qualidades, umas mais, outras menos; todos os povos têm seus pontos positivos e negativos, inclusive no trato com o idioma. O Português popular pode ser caracterizado como a forma que  tentamos contornar as dificuldades oriundas de nossa própria formação moral e cultural deficiente: um estado oligárquico e profundamente burocrático, leis classistas, educação e saúde precárias, as exigências de um mundo globalizado e altamente tecnológico, e assim por diante. Um dos desafios que enfrentamos e para o qual não estamos bem preparados é justamente a língua portuguesa, um sistema tão emperrado quanto os demais. Por isso, diante dos entraves do idioma, também temos uma maneira de driblar as regras da língua.
     Conseguimos nos comunicar com eficiência e criatividade apesar de todos os impasses. Porém, não sairemos do subdesenvolvimento enquanto ficarmos legitimando os nossos erros linguísticos, ao invés de corrigi-los.
   O termo "Gramática" é usado em acepções distintas, referindo-se quer ao manual onde as regras de regulação e uso da língua estão explicitadas, quer ao saber que os falantes têm interiorizado acerca da sua língua materna. 
     Estas duas acepções distintas remetem aos conceitos de Gramática Prescritiva ou Normativa, que impõem determinados Comportamentos linguísticos como corretos, marginalizando outros por não fazerem parte da prática linguística daqueles que não são os "barões ou doutos". 
    Atualmente, a Linguística procura descrever o conhecimento linguístico dos falantes, produzindo as ditas Gramáticas Descritivas. Estas, ao invés de imporem Paradigmas, descrevem e incorporam fenômenos que, numa abordagem apenas prescritiva, seriam desprezáveis. 
     Gramática, portanto, numa abordagem generalista, não se vincula a esta ou àquela língua em especial, senão a todas. Contém o germe estrutural, por assim dizer, de todas, realizando a conexão essencial subjacente à relação de cada uma com as demais. 
     Para o estudo de gramáticas particulares de cada língua, vejam-se os artigos correspondentes a cada língua em particular. 
     Os diversos enfoques da gramática (normativa, histórica, comparativa, funcional e descritiva) estudam a morfologia e a sintaxe que tratam, somente, dos aspectos estruturais, constituindo, assim, uma parte da linguística que se distingue da fonologia e da semântica (que seriam estudos independentes), conquanto estas duas possam compreender-se, também, dentro do sentido amplo da gramática. 
     Dentre os diversos tipos de gramáticas, a chamada gramática normativa é a mais conhecida pela população, e é estudada durante o período escolar. É elaborada, em geral, pelas Academias de Letras de cada país, nem sempre em conformidade com o uso corrente da população, mesmo em amostragens da porção tida por "mais culta".










Leitura e Produção de Texto - Semana 2 - A leitura para além da decodificação - Competência de Leitura

     A leitura é uma das habilidades mais importantes e fundamentais que podem ser desenvolvidas pelo ser humano. É a partir da leitura de mundo que podemos compreender a realidade em que ele está inserido e chegar a importantes conclusões sobre o seu mundo e os aspectos que o compõem. A habilidade de leitura é essencial e dá suporte para o estudo de outras áreas do conhecimento. 
      As habilidades de leitura vão muito além de uma simples decodificação, na verdade, vão além da própria compreensão do que foi lido. A habilidade que se deve ter de leitura não é somente traduzir sílabas ou palavras (signos linguísticos), em sons, isoladamente (a decodificação). O leitor deve interpretar uma sequência de ideias ou acontecimentos que estão implícitas no texto. Se não houve a compreensão terá sérias dificuldades de dar respostas a questionamentos, pois se faz necessária para poder interpretar sentidos do texto que não são literais.

      A competência leitora consiste na compreensão, o emprego e a reflexão pessoal a partir de textos escritos com o fim de alcançar metas próprias, desenvolver o conhecimento e o potencial pessoal e de participar na sociedade. A competência leitora, por conseguinte, é estimulada por meio de práticas direcionadas para a tomada de consciência do significado do ato da leitura e também da reflexão e da discussão a respeito dos textos das áreas específicas do conhecimento, criando-se condições favoráveis ao aprendizado.

Introdução à Engenharia - Semana 6 - Sustentabilidade e ética na engenharia - Pesquisa em Engenharia

      A ética é resultado de uma construção coletiva inconsciente, que estabelece o que é considerado aceitável nas relações entre o ser humano e seus contemporâneos, na preservação de sua história e na interação com as futuras gerações. Define regras gerais de comportamento para garantir paz nas interações que estabelecemos com os habitantes da comunidade em que vivemos, seja ela um lugarejo ou todo o Planeta. Envolve, também, uma preocupação com o futuro, garantindo-se que não estragaremos as condições de vida dos que virão depois de nós. Mas, apesar de produto de uma evolução coletiva, a ética é e deve ser, sobretudo, algo internalizado. É um compromisso pessoal com o que se acredita correto. Envolve a noção de que somos responsáveis pelo nosso crescimento pessoal (autodesenvolvimento) e, simultaneamente, a incorporação da percepção do outro na conduta cotidiana.

              O primeiro e mais importante compromisso que um profissional tem com a ética profissional é ser competente! Isso tem tudo a ver com o conceito de construção coletiva da percepção da sociedade em relação à Profissão e da responsabilidade individual de cada profissional sobre o resultado final. 
          O seu título profissional de Engenheiro agrega-se às suas características pessoais e passa a fazer parte da sua imagem pública. As pessoas interessam-se pelo desempenho profissional e utilizam essa percepção para ampliar a avaliação pessoal que fazem do indivíduo. Mas não fica só nisso. As pessoas tendem a fazer uma generalização da avaliação do desempenho profissional do indivíduo para toda a categoria. 
Assim, se um engenheiro faz alguma coisa bem feita ele é bem avaliado, o que é bom. Mas essa avaliação não é apenas individual. Ela é expandida para o coletivo. Qualquer característica, positiva ou negativa, de um indivíduo (profissional) ecoa na categoria como um todo indivisível. A sustentabilidade é o novo paradigma da sociedade e não deveria ser mais encarada apenas como uma alternativa político-econômica ou um luxo para poucos. Mas, sim, ditar um meio ambiente novo modelo de vida, no qual cidadãos, empresas e governos fundamentem suas atitudes cotidianas. Não se trata, portanto, de uma ecologia militante, mas de uma necessidade coletiva.

           Existe uma sobreposição entre a prática da ciência e a da engenharia. Na engenharia aplica-se a ciência. ambas as atividades baseiam-se na observação atenta dos materiais e dos fenômenos. Ambas usam a matemática e critérios de classificação para analisarem e comunicarem as observações. Espera-se que os cientistas interpretem as suas observações e façam recomendações versadas para ações práticas baseadas nessas interpretações. Os cientistas podem também desempenhar tarefas totalmente de engenharia como a do desenho de aparelhos ou a da construção de protótipos. reciprocamente, no processo de desenvolvimento de tecnologia, os engenheiros ocasionalmente apanham-se a explorar novos fenômenos, transformando-se assim, momentaneamente, em cientistas. A pesquisa em engenharia tem um caráter diferente da pesquisa científica. Frequentemente lida com áreas em que a física e a química básicas são bem conhecidas, mas os problemas em si são demasiado complexos para serem resolvidos de uma forma exata. A pesquisa em engenharia emprega muitos métodos semiempíricos que são estranhos à pesquisa científica pura, sendo um exemplo o do método de parâmetros. 
      Basicamente, podemos dizer que os cientistas tentam entender a natureza enquanto que os engenheiros tentam fazer as cosias que não existem na natureza.







Introdução à Engenharia - Semana 5 - Empreendedorismo na Engenharia - Introdução

     Empreendedorismo é um termo atual e constitui uma característica extremamente desejável em profissionais, principalmente aqueles em busca de sucesso, e é evidente que o mercado apresenta carência de profissionais de base tecnológica na área de engenharia. O engenheiro empreendedor tem como características básicas aplicar a gestão de liderança, desenvolve atração por desafios, age de forma ativa e está preparado para aprender e avançar sempre.
       Empreender significa criar condições para produzir bens ou serviços mesmo que seja diante das condições adversas. Competência, habilidade, postura, atitude e ação são alguns degraus que nos levam aos resultados esperados. Saber organizar os objetivos e mapear as ações necessárias para buscar as possíveis soluções.

CHA = Conhecimento, Habilidade e Atitude.

      CAD significa Computer Aided Design (desenho auxiliado por computador) são programas utilizados por disciplinas diversas de Engenharia, para facilitar o projeto e desenho técnicos, como por exemplo os 2 maiores sistemas de CAD do Mundo: AutoCAD ou Microstation. CAE significa Computer Aided Engineering (engenharia auxiliada por computador) sistema para cálculos de engenharia em projetos elaborados via CAD. É importante registrar as vantagens de utilizar-se sistemas CAE, pois o tempo e o custo utilizado na realização de um projeto e seus cálculos serão menores, além de toda e qualquer alteração pode ser feitas rapidamente no modelo CAD.CAM significa Computer Aided Manufacturing (Fabricação Assistida por Computador) são programas utilizados para fabricação das peças desenhadas em CAD, por exemplo Pitágoras ou Mastercam. A tecnologia CAD/CAM corresponde à integração das técnicas CAD e CAM num sistema.                  Sendo assim, pode-se projetar um componente qualquer na tela do computador e transmitir as informaçãos entre o computador e uma máquina CNC (máquinas controladas numericamente). PLM como uma ferramenta de gestão do ciclo de vida do produto que abrange concepção, design, manufatura, serviços e obsolescência é fundamental. Sim, mas só este entendimento não basta, faz-se necessário saber quais os objetivos desta ferramenta de gestão. Em linhas gerais podemos destacar os seguintes objetivos:Redução do “time to market”, melhora na qualidade do produto, reduz do custo de prototipagem e de perdas, e obtém ganhos através da integração completa dos fluxos de engenharia.
        Como podemos ver ambas as ferramentas baseiam-se em processos integrados de gestão e são complementares. Para termos um ambiente onde estes processos se integrem e possam ser executados de forma paralela ou sequencial fazem-se necessárias ferramentas computacionais que permitam a criação de um sistema integrado de informação e controle todos os processos envolvidos. O grande desafio da área de TI reside na definição de ferramentas que permitam a construção de um sistema de informação integrado para cada processo, que tenha a capacidade de controlar o fluxo de cada um dos processos e, também, permita a gestão de cada um dos projetos pertencentes a cada processo.

Introdução à Engenharia - Semana 4 - O processo de design e a forma de pensar do Engenheiro - "Team Building" em Engenharia

     O Engenheiro está numa posição bastante privilegiada na sociedade moderna. Eles são valorizados pelo desenvolvimento e domínio das novas tecnologias, pelo comprometimento com o desenvolvimento. O engenheiro deve estar hoje sempre à frente, formulando e aplicando novas ideias e reunindo as Ciências básicas no pensamento de novas soluções.
     O engenheiro precisa se manter atualizado. Ele tem que ter curiosidade para investigar as propriedades das novas técnicas e pensar de que forma as descobertas podem ser adaptadas a seu trabalho.
     O design thinking é hoje um dos principais tópicos na Gestão, na Inovação, na Engenharia e na Educação. A maneira como o designer percebe e interpreta objetos e situações, criando novas abordagens e soluções, abre novos caminhos para a inovação empresarial. Por esta razão, a metodologia do design thinking está a ser adaptada por grandes empresas como mais uma ferramenta para o desejo do mercado.
    O design thinking busca diversos ângulos e perspectivas para solução de problemas, priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares em busca de soluções inovadoras. Para que tal ocorra, o design thinking propõe que um novo olhar seja adotado ao se endereçar problemas complexos, um ponto de vista mais empático que permita colocar as pessoas no centro do desenvolvimento de uma projeto e gerar resultados que são mais desejáveis para elas, mas que ao mesmo tempo, financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de serem transformados em realidade.
    É básico que se tenha prazer em construir novas coisas, já que essa é a função do engenheiro. Para isso, é necessário o interesse pelo funcionamento das coisas em geral. Ajuda muito nesse sentido ter desenvolvido o raciocínio abstrato, para conseguir imaginar a forma do projeto, além do raciocínio espacial, para verificar sua viabilidade em lugares pré-definidos.
       O team building trabalha com foco na edificação do espírito de equipe e tem como objetivo unificar grupos de trabalho e realizar a conscientização sobre a competência e contribuição de cada pessoa para o alcance dos objetivos empresariais, provocando assim um incentivo à produtividade e tornando a liderança mais influente no desenvolvimento da valorização e motivação para o trabalho.
     A filosofia Team Building (Construção de Equipes) oferece  desafios, a prática de conceitos comportamentais alinhados com a cultura e os objetivos da empresa.
   Para se obter os resultados esperados do Team Building, as empresas precisam dedicar atenção especial ao planejamento e na identificação das competências a serem desenvolvidas.
   Como ferramenta de treinamento, o Team Building deve ser  focado na integração das equipes e no desenvolvimento das competências. Para desempenhar o papel de facilitador, o engenheiro irá incentivar discussões e interceder nas construções e debates, realizando links e oferecendo exemplos relacionados com os desafios do dia a dia do ambiente de trabalho, maximizando a aprendizagem dos participantes.
     O Team Building cria reflexões a respeito dos papéis individuais e em equipe. Dessa forma, cria-se uma união e uma visão sistêmica do negócio para que a soma de esforços resultem em níveis elevados de produtividade e maior satisfação no trabalho em equipe.
  O engenheiro estimula vivências, sensações e reflexões para auxiliar e transformar equipes e pessoas, que se tornam melhores seres humanos para a empresa e para o mundo.



Introdução à Engenharia - Semana 3 - Engenharia de Produção - Visão Geral da Área - Um dia na vida do Engenheiro de Produção

     A Engenharia de Produção se dedica ao projeto e gerência de sistemas que envolvem pessoas, materiais, equipamentos e o ambiente.
Ela é uma engenharia que está associada as engenharias tradicionais e vem ultimamente ganhando a preferência na escolha dos candidatos à engenharia.        Ela é sem dúvida a menos tecnológica das engenharias na medida que é mais abrangente e genérica, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades. O aluno de engenharia de produção aprende matérias relacionadas a economia, meio ambiente, finanças, etc., além dos conhecimentos tecnológicos básicos da engenharia.
o engenheiro de produção é o único profissional do mercado que consegue enxergar os problemas de forma global, não fragmentada. Ele conhece os diversos problemas industriais e as tecnologias que são necessárias para resolvê-los, mas nem sempre é a pessoa que irá se concentrar no detalhe da resolução.
     O engenheiro de produção tem como area específica de conhecimento os métodos gerenciais, a implantação de sistemas informatizados para a gerência de empresas, o uso de métodos para melhoria da eficiência das empresas e a utilização de sistemas de controle dos processos da empresa. Tudo o que se refere as atividades básicas de uma empresa tais como planejar as compras, planejar e programar a produção e planejar e programar a distribuição dos produtos faz parte das atribuições tipicas do engenheiro de produção. É por isso que o engenheiro de produção pode trabalhar em praticamente qualquer tipo de indústria.
     Considerando-se a situação atual de retração do mercado de engenharia no Brasil, o mercado de engenharia de produção é sem sombra de dúvida o que desfruta da melhor situação. Todos os engenheiros de produção vem conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do seu perfil que coincide com o que se está demandando nos dias de hoje: um profissional com uma sólida formação científica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global.
     O mercado de trabalho para o engenheiro de produção tem-se mostrado extremamente diversificado. Além do mercado tradicional (empresas e empreendimentos industriais), altamente instável e dependente da estabilidade econômica, uma série de setores/áreas passaram a procurar os profissionais formados pelas melhores universidade em engenharia de produção.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Introdução à Engenharia - Semana 2 - Visão Geral da Área de Engenharia da Computação - Um dia na vida de um Engenheiro da Computação



     O segmento de tecnologia da informação está entre aqueles que mais demandarão profissionais pelos próximos anos. Cada vez mais, o mercado apoia suas atividades neste tipo de tecnologia, aumentando, continuamente, a demanda por profissionais capacitados. Com as perspectivas de crescimento previstas para o mercado brasileiro, a expectativa é de ter este aumento de demanda por um longo prazo.        Considerando ainda a carência de engenheiros no mercado brasileiro, esta expectativa de aumento é maior ainda.
      Na atualidade, as áreas de atuação do engenheiro da computação são cada vez mais abrangentes. Torna-se cada vez mais econômico implementar equipamentos com computadores de uso geral ou específico mas, em ambos os casos, com softwares que desempenham o controle e a lógica de todo o processo.

     O profissional dessa área possui muitos desafios, pode projetar e construir computadores com os sistemas de hardware e de software ou planejar e programar redes de computadores e seus componentes, como roteadores e cabeamentos. Além disso, é responsável por produzir novas máquinas e equipamentos computacionais para serem utilizados em diversos setores – de acordo com as necessidades do mercado.